PELIO MON E PELO PRADO_não se vê tronco nem brenha,_Em que de Filis não tenha
o doce nome gravado._A saudade é tão forte -Que indo par o esculpir,_O prime ás vezes
de sorte,_Que fica da cor da morte,_E o ferro deixa cair._ Livre do primeiro encanto,_Se intenta continuar,_ Se intenta continuar,_De tal sorte o cega o pranto,_Que não lho deixa acabar..._« Se assim durassem---diz ele---De Filis,puros e inteiros,_No peito a fé e o amor,_Como nestes castanheiros_Estes sinais verdadeiros,_
Da minha excessiva dor!..._Mas que louco, que ignorante Sou,_ai! triste! em pretender_Que se conserve constante,_E grande a fé que jurou,_Se inda a vista me
enganou,_Se estou longe e se é mulher.
J:A:C.
sábado, 16 de maio de 2009
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Este homem que na fotografia está encostado
ResponderExcluirá arvore, que é uma oliveira, já nao é novo,
mas é dotado de bons adejectivos, trabalhador,
poupado, honesto e amigo dos seus amigos. Não há
muitos assim, se houvesse só teríamos a ganhar
com isso.